Crõnikaz
Nélson era um cara legal.
Não nasceu pobre nem rico, apenas nasceu numa boa família, e foi amado desde o momento que nasceu, muito bem educado, ganhou seus video games e brinquedos, num nível saudável de frequencia, jogou futebol, estudou, nada demais, éra apenas mais um (e não seriamos todos nós apenas mais um, um "um" com síndrome de grandeza e acha que o mundo gira em nossos umbigos?), mas não se dava conta disso, tinha suas dificuldades, como todos, mas as achava um fardo grande demais, como todos, mas, como a maioria, não desistiu, e apesar de tudo seguiu em frente, sábia escolha.
Estudou, tirou notas altas e baixas, era ruim em matemática, mas ótimo em filosofia, e odiava o fato de matemática ser mais importante para a grade escolar que a filosofia, fez faculdade, de que, na verdade não importa, o que importa é que fez, conseguiu um emprego, teve dificuldades sempre, essas que não cansam de aparecer, seja no amor (Denise...), no trabalho (Chefe desgraçado), na família (ah como ele sofreu quando seu pai morreu...), comprou carro, não era o melhor, nem era o carro do ano, nem mesmo era zero, mas era seu carro, encontrou um amor, alguem que o entendia como ele era, pedia sempre o melhor dele, mas entendia quando ele falhasse, e por isso ele a amava, pois ele se tornava melhor, sem risco de queda, sabia que só melhoraria, pediu-a em casamento, e ela o amou ainda mais por isso, e desse amor e compreensão vieram frutos...
Não nasceu pobre nem rico, apenas nasceu numa boa família, e foi amado desde o momento que nasceu, muito bem educado, ganhou seus video games e brinquedos, num nível saudável de frequencia, jogou futebol, estudou, nada demais, éra apenas mais um (e não seriamos todos nós apenas mais um, um "um" com síndrome de grandeza e acha que o mundo gira em nossos umbigos?), mas não se dava conta disso, tinha suas dificuldades, como todos, mas as achava um fardo grande demais, como todos, mas, como a maioria, não desistiu, e apesar de tudo seguiu em frente, sábia escolha.
Estudou, tirou notas altas e baixas, era ruim em matemática, mas ótimo em filosofia, e odiava o fato de matemática ser mais importante para a grade escolar que a filosofia, fez faculdade, de que, na verdade não importa, o que importa é que fez, conseguiu um emprego, teve dificuldades sempre, essas que não cansam de aparecer, seja no amor (Denise...), no trabalho (Chefe desgraçado), na família (ah como ele sofreu quando seu pai morreu...), comprou carro, não era o melhor, nem era o carro do ano, nem mesmo era zero, mas era seu carro, encontrou um amor, alguem que o entendia como ele era, pedia sempre o melhor dele, mas entendia quando ele falhasse, e por isso ele a amava, pois ele se tornava melhor, sem risco de queda, sabia que só melhoraria, pediu-a em casamento, e ela o amou ainda mais por isso, e desse amor e compreensão vieram frutos...
UÁI DU DÊI AUEIS RÉV TU DAI???? ÓR RÉV A SÉD ÃNDING?!?!?!??!1111ou: porque eles sempre tem que morrer ou ter um final triste?
xD
Tipo, eu sei que é mais legal e dá de fazer um final mais fácil, eu mesmo não consegui fazer um final pra minha hístoria, porque na minha mente se ele morresse depois de tudo isso, mesmo que fosse abraçado a esposa e só de velhice é triste, mas essa é a triste sina dos humanos, mas nós não precisamos ver isso com tristeza (auto-crítica ^^), um chocolate pra quem fizer uma crônica feliz com fim legal ;D
Claro, podem continuar a fazer crônicas tristes, é legal admito, só joguei um desafio no ar assim, mas sem intenção de ofender ninguem nem nada...mas pode ser que uma hora enjoe ;P
7 comentários:
às vezes a tragicidade (existe essa palavra) é um estilo do autor, senão um vício. O que não quer dizer que ele faça isso apenas pela "facilidade" ou comodismo. No meu caso em especial foi acidental. Os dois primeiros tiveram um final parecido, sim. O terceiro era pra seguir por uma linha completamente distita, mas ao que parece acabou rumando para a mesma direção (embora eu ache que o contexto seja outro). Sim, você está correto ao dizer que pode cansar, mas lembre-se que pode ser apenas um traço característico do "autor". Vide Stephen King, que só escreve um gênero (até onde eu sei, claro).
Deu de entender? O_O
*(existe essa palavra?)
*distinta. malditos teclados
mas que tu adorou ganhar um chocolate adorou né ;D
E acho que a palavra é "Tragicismo"
ou "tragimia".
Após profndas investigações descobri no Pai dos burros, a palavra correta é: "Tráginimiloginimia" (vide Aurélio.)
Sei lá, eu só fiz um até agora e foi meio tentando puxar o Veríssimo. Sem sucesso, mas foi.
plagiar o veríssimo? ;P
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